“SE SEUS PROJETOS FOREM PARA UM ANO,SEMEIE O GRÂO.SE FOREM PARA DEZ ANOS,PLANTE UMA ÁRVORE.SE FOREM PARA CEM ANOS,EDUQUE O POVO.”

“Sixty years ago I knew everything; now I know nothing; education is a progressive discovery of our own ignorance. Will Durant”

OBRIGADO DEUS PELA VIDA,PROTEGENOS E GUARDANOS DE TODO MAL


AUTOR DO BLOG ENG. ARMANDO CAVERO MIRANDA SAO PAULO BRASIL

sábado, 30 de abril de 2011

BRASIL VICE CAMPEAO MUNDIAL TORNEIO AUTOMOVILISTICO BAJA 2010 CAROLINA DEL SUL USA



Brasil se sagra vice-campeão na Competição Baja SAE Carolina, nos EUA
A equipe FEI Baja foi a 2ª colocada, a Mauá 1 a 7ª e a Poli Titan a 9ª na competição, realizada de 8 a 11 de abril, pela SAE International
25/4/2010 19:43:49

O Brasil se sagrou vice-campeão na Competição Baja SAE Carolina 2010, encerrada neste domingo, 11 de abril, em Greenville, Carolina do Sul, nos EUA. Os estudantes do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), de São Bernardo do Campo, conquistaram 910,72 pontos, atrás da equipe Alýrion, da Universite Laval, do Canadá, com 911,90 pontos. Na competição realizada pela SAE International, que reuniu 100 equipes ainda do México e Estados Unidos, o Brasil se destacou com mais duas posições: a equipe Mauá 1, do Instituto Mauá de Tecnologia, de São Caetano do Sul, ficou com a 7ª colocação (834,65) pontos; e a equipe Poli Titan, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli USP), garantiu o 9º lugar, com 810,38 pontos.

Entre as oito provas estáticas e dinâmicas da competição, o Brasil ficou na frente em três quesitos. No item Projeto, somatória de nota de relatório + apresentação de projeto, tudo em inglês, a equipe FEI Baja foi considerada a melhor da competição, que teve início dia 8. Em Aceleração, a equipe Poli Titan ficou em primeiro lugar, a FEI Baja em terceiro e a Mauá 1 em quarto.

Na prova de Manobrabilidade, em que os carros off road, denominados Baja SAE, tinham de percorrer um traçado no meio da floresta do Clemson University International Center for Automotive Research, repleta de árvores bem próximas e de curvas fechadas, as equipes brasileiras mostraram que os carros foram bem projetados. A equipe Poli Titan ficou em primeiro lugar, a FEI Baja em terceiro e a Mauá em quinto.
A prova de Suspensão e Tração também foi bastante seletiva e com obstáculos, com troncos de árvores e pedras, porém mais fáceis que os apresentados na 16ª Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS, realizada em fevereiro, em Piracicaba, SP. A organização norte-americana desafiou os carros, projetados e construídos pelos estudantes de engenharia, a rebocarem uma BMW X6 por 75 metros no menor tempo possível. Na prova, o destaque brasileiro ficou por conta da equipe FEI Baja, que garantiu o quinto lugar.
As equipes brasileiras também foram desafiadas a despachar os relatórios e os Baja SAE para os EUA em menos de um mês, menos da metade do tempo usual. “Parabéns para essas equipes e os seus respectivos patrocinadores, que se sensibilizaram com a situação e souberam atender a essa necessidade”, diz Ronaldo Bianchini, gerente de Associação, Programas Estudantis e Seções Regionais da SAE BRASIL, que acompanhou as equipes nos EUA. Segundo Bianchini, além de engenheiros, os estudantes se mostraram hábeis negociantes.

As três equipes brasileiras ganharam o direito de representar o País nos EUA após alcançar as melhores pontuações em Piracicaba. Na competição da SAE Internacional, as equipes brasileiras já venceram quatro vezes: em 1998, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte; e em 2004, 2007 e 2008, pela FEI.

Baja SAE – Os veículos Baja SAE são protótipos de estrutura tubular em aço, monopostos, para uso fora-de-estrada, com quatro ou mais rodas e devem ser capazes de transportar pessoas com até 1,90m de altura, pesando até 113,4 kg e motor padrão de 10 HP. Os sistemas de suspensão, transmissão, freios e o próprio chassi são desenvolvidos pelas equipes, que têm, ainda, a tarefa de buscar patrocínio para viabilizar o projeto.

Besaliel Botelho, presidente da SAE BRASIL, destaca que o Projeto Baja SAE BRASIL é fundamental para completar o preparo dos futuros engenheiros para o mercado, já que devem vencer o desafio de projetar, construir e operar um veículo de alta resistência e desempenho. “Os estudantes passam a integrar um ambiente real de desenvolvimento de produto, com todas as suas atividades correlatas, como a aplicação de conceitos técnicos, a análise da viabilidade financeira do projeto, logística e cumprimento de prazos. Quem passa pela competição sai bem mais capacitado para o mercado”, diz.

FONTE:http://www.saebrasil.org.br/imprensa/PressRelease/exibe.asp?codigo=482


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