“SE SEUS PROJETOS FOREM PARA UM ANO,SEMEIE O GRÂO.SE FOREM PARA DEZ ANOS,PLANTE UMA ÁRVORE.SE FOREM PARA CEM ANOS,EDUQUE O POVO.”

“Sixty years ago I knew everything; now I know nothing; education is a progressive discovery of our own ignorance. Will Durant”

OBRIGADO DEUS PELA VIDA,PROTEGENOS E GUARDANOS DE TODO MAL


AUTOR DO BLOG ENG. ARMANDO CAVERO MIRANDA SAO PAULO BRASIL

quinta-feira, 28 de junho de 2012

CENTRO DE PESQUISA E INOVAÇAO SUECO BRASILEIRO

DUAS VISÕES

Qual o papel da universidade em cooperações internacionais voltadas para a inovação?


Guilherme Sales Soares de Azevedo Melo, diretor de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq
"O papel da universidade é total. Buscar a integração em projetos que envolvam o mercado é o desafio que tem feito com que procuremos aumentar a participação da universidade em projetos que não sejam puramente acadêmicos. Essa atuação pode acontecer através de parques tecnológicos, incubadoras ou estágios coordenados com empresas, por exemplo. Para isso, nos espelhamos em exemplos internacionais de êxito em cooperação para a inovação como a Universidade de Edimburgo e o Imperial College, de Londres, e acreditamos na internacionalização para criar programas de ponta. Uma forma muito interessante dessa troca está acontecendo com o programa Ciência sem Fronteiras, a partir do qual empresas estrangeiras já têm manifestado a intenção de criar centros de pesquisa dentro de universidades brasileiras. A vantagem de tal parceria é que essas empresas podem lançar mão da experiência de pesquisadores brasileiros de qualidade, enquanto esses profissionais têm acesso a novas estruturas e desafios baseados nas necessidades do mercado".



Johan Carlsten, vice-presidente da Chalmers University of Technology
"A Chalmers University of Technology tem relações com várias empresas ao redor do mundo. Nós acreditamos que é muito importante ouvir o mercado para melhorar as possibilidades de novos conhecimentos. O conhecimento desenvolvido dentro da universidade precisa estar a serviço dos atuais e futuros desafios do mundo. Para fazer parte disso, é importante estar presente globalmente. É por isso que nós cooperamos com o CISB – podemos, assim, estar conectados com atividades globais. Acreditamos que a educação é uma maneira de conduzir esses desafios e o programa Ciência sem Fronteiras do governo brasileiro é uma ferramenta importante para criar um rico intercâmbio entre pessoas, empresas e universidades. Normalmente, lidar com essa interface é muito fácil desde que você se concentre no conhecimento competitivo. Quando a universidade está perto do mercado, é possível trabalhar em um sistema de inovação aberta. Esse contato é estimulante para a criatividade e pode acontecer de diferentes maneiras. Por exemplo, a Chalmers pode atuar como anfitriã para pesquisas de empresas, assim como os nossos professores podem participar de programas de mobilidade dentro de outras organizações".

http://www.cisb.org.br/boletim/BoletimCISB_002_2012_mar_pt.html

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