No Blog Eletrônica de Potência você encontrará informações sobre teses,artigos,seminarios,congressos,tecnologias,cursos,sobre eletrônica potência. “TEMOS O DESTINO QUE MERECEMOS. O NOSSO DESTINO ESTA DE ACORDO COM OS NOSSOS MERITOS” ALBERT EINSTEIN. Imagination is more important than knowledge, for knowledge is limited while imagination embraces the entire world. EL FUTURO SE CONSTRUYE HOY,EL SUCESSO NO ES FRUTO DE LA CASUALIDAD,SE HUMILDE ,APRENDE SIEMPRE CADA DIA.
AUTOR DO BLOG ENG.ARMANDO CAVERO MIRANDA SÃO PAULO BRASIL
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sábado, 14 de dezembro de 2019
A Non-isolated ZVZCS Resonant PWM DC-DC Converter for High Step-up and High Power Applications Author Jung,Byoung Kil Dept.of Control and Instrumentation Eng. Graduate School of Industry and Engineering Seoul National University of Science and Technology
Abstract
A Non-isolated ZVZCS Resonant PWM DC-DC Converter for High Step-up and High Power Applications Jung,ByoungKil (SupervisorChoi,SeWan) Dept.of Control and Instrumentation Eng. Graduate School of Industry and Engineering Seoul National University of Science and Technology
The demand of non-isolated high step-up DC-DC converters is gradually increasing in many applications such as dc back-up energy systems for UPS, photovoltaic and fuel cell systems and hybrid electric vehicles.This paper proposes non-isolated step-up DC-DC converters with an improved switching method.The proposed converter shows ZVS turn-on of the switches in CCM as well as reduced turn-off switching losses owing to the switching method that utilizes Lr-Cr resonance in the auxiliary circuit.Also,owing to the proposed switching method the switching losses associated with diode reverse recovery become negligible even in the small dutycycle.The capacitance in the auxiliary circuit is significantly reduced compared to PWM method.The duty cycle loss is further reduced resulting in increased step-up ratio. Experimental results from a 2kW prototype of two-phase interleaved version are also provided to validate the proposed concept.
LINK FULL TEXT:https://www.mediafire.com/file/47c75j6rsx645de/A_Non-isolated_ZVZCS_Resonant_PWM_DC-DC_Converter.pdf/file
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
UNIFIED POWER QUALITY CONDITIONER: DESIGN, SIMULATION AND EXPERIMENTAL ANALYSIS Author Ahmet TEKE PhD THESIS DEPARTMENT OF ELECTRICAL AND ELECTRONICS ENGINEERING-UNIVERSITY OF ÇUKUROVA INSTITUTE OF NATURAL AND APPLIED SCIENCE
UNIFIED POWER QUALITY CONDITIONER: DESIGN, SIMULATION AND EXPERIMENTAL ANALYSIS AUTHOR Ahmet TEKE PhD THESIS
DEPARTMENT OF ELECTRICAL AND ELECTRONICS ENGINEERING UNIVERSITY OF ÇUKUROVA INSTITUTE OF NATURAL AND APPLIED SCIENCE
ABSTRACT
Power quality (PQ) problem can be defined as the deviations of the voltage and/or current from the nominal sine wave. PQ problems generally concern with voltage sags/swells and harmonic currents. Custom Power (CP) devices that mitigate these power quality problems have gained more attention in the recent decades. Unified Power Quality Conditioner (UPQC) is one of the CP devices and it mitigates both load current and supply voltage problems, simultaneously. In this study, UPQC and a new topology of UPQC namely OPEN UPQC are designed, modeled and setup experimentally to mitigate voltage sag/swells and harmonic currents. UPQC consists of Dynamic Voltage Restorer (DVR) and Active Power Filter (APF). An improved voltage compensation controller and new sag/swell detection method based on Enhanced Phase Locked Loop (E-PLL) are presented for DVR. Traditional Instantaneous Reactive Power Theory (IRPT) is optimized for APF control algorithm to compensate harmonic load current under unbalanced and distorted supply voltages. Digital Signal Processor based 6 kVA, 230Vline-lineUPQC and OPEN UPQC prototypes have been developed for laboratory tests. UPQC and OPEN UPQC with proposed controller algorithms effectively compensates the sag/swell in supply voltage by keeping the load voltage amplitude at 0.9-1 per unit and eliminates the load current harmonics by keeping supply current at 5%
https://www.mediafire.com/file/emmt5nhaj82tk1r/TEKE-CONDICIONADOR_POTENCIA.pdf/file
domingo, 8 de dezembro de 2019
Ambientalismo: A grande farsa da humanidade e o grande atraso do Brasil PHD LUIZ CARLOS BALDICERO MOLION
LUIZ CARLOS BALDICERO MOLION, paulistano, 72 anos. Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1969), PhD em Meteorologia, University of Wisconsin, Madison (1975), pós-doutorado em Hidrologia de Florestas, Institute of Hydrology, Wallingford, UK (1982) e foi fellow do Wissenschaftskolleg zu Berlin, Alemanha (1989-1990). Foi por muitos anos pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, diretor da área de ciências espaciais e atmosféricas em 1985 e diretor associado em 1986, ano em que co-coordenou um projeto de pesquisa sobre a Amazônia em parceria com cientistas da NASA. Foi diretor da Fundação para Estudos Avançados no Trópico Úmido em Manaus, professor palestrante convidado da Western Michigan University de 15 a 30 de janeiro de 2001, e delegado do Brasil na 15ª reunião da Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial em 2010.
sábado, 7 de dezembro de 2019
sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
Unicamp testa modelo de inteligência artificial em pacientes com doenças cardíacas crônicas-Pesquisa foi premiada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e pelo Congresso Europeu de Inovação-BRASIL
Uma pesquisa conduzida no Laboratório Aterolab da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp testou o uso da inteligência artificial para identificar pacientes com doenças coronarianas crônicas e classificá-los com maior ou menor risco a eventos clínicos adversos. O modelo – baseado em algoritmos – permitiu ainda estimar os custos desses pacientes para o Sistema Único de Saúde (SUS). A finalidade do estudo, de acordo com os pesquisadores da Unicamp, é aumentar a precisão da alta hospitalar e ajudar nas decisões médicas.
“Quando o médico atende um paciente grave com doença coronariana aguda, ele precisa decidir se o paciente pode ter alta, se precisa de outro tipo de intervenção ou de cuidados de alto custo, se pode ir para um hospital da rede pública ou ficar em hospital de alta complexidade. Para facilitar essa decisão, criamos alguns algoritmos sofisticados baseados em equações a partir da soma de características dos pacientes”, explicou o cardiologista Andrei Sposito, coordenador do Aterolab e orientador da pesquisa.
Usando dados de prontuários de pacientes atendidos em hospitais públicos e privados, os pesquisadores analisaram 1.089 indivíduos com síndromes coronarianas agudas entre 2006 e 2018 e modelaram 29 variáveis clínicas possíveis para pacientes cardíacos. Essas variáveis incluíram sinais vitais, dados coronarográficos, diagnósticos e dados laboratoriais. Para as análises de custos, os pesquisadores consideraram a possibilidade de nova revascularização, mortes cardiovasculares e não cardiovasculares, tratamento dialítico crônico, hospitalizações e acidentes vasculares cerebrais (AVC).
Após a captura das informações coletadas dos prontuários em papel ou eletrônico, os dados foram inseridos no sistema e o computador foi “treinado” para simular os possíveis cenários para o paciente com doença coronariana crônica. Depois, a cada novo dado coletado durante o atendimento clínico ou ambulatorial e inserido no sistema, o computador se recalibra.
“O computador aprende com cada resultado e informa ao médico a melhor conduta clínica para o paciente. A partir desse trabalho, conseguimos prever 92% dos eventos clínicos que um paciente pode vir a ter. Identificamos, ainda, pacientes de alto risco para síndromes coronarianas agudas cujo custo foi quase cinco vezes maior. A aplicação da inteligência artificial para esses pacientes pode representar uma economia de quase R$ 50 milhões por ano para os hospitais brasileiros. Além disso, teremos certeza que os pacientes mais graves estarão recebendo um tratamento mais exato”, disse o cardiologista Luiz Sérgio F. de Carvalho, pesquisador do Aterolab e autor principal do estudo.
Os resultados da pesquisa intitulada "Inteligência artificial prediz o risco de novos eventos após síndromes coronarianas agudas, identifica indivíduos de alto custo e aqueles com elevada carga de fatores de risco não controlados" foi apresentada durante o 74º Congresso Brasileiro de Cardiologia, ocorrido em setembro em Porto Alegre e ganhou o prêmio de melhor tema livre. O estudo contou ainda com a participação de Silvio Gioppato, Marta Duran Fernandez, Bernardo Carvalho Trindade, José Carlos Quináglia e Silva e Sandra Ávila.
Após a apresentação da pesquisa durante o Congresso, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) convidou os pesquisadores do Aterolab da FCM para criarem, dentro da SBC, uma comissão para desenvolver um projeto de inteligência artificial com as mesmas características desenvolvidas na Unicamp e distribuí-lo, nacionalmente, para os hospitais públicos nos próximos dois anos.
“Nosso estudo mostrou que a utilização da inteligência artificial aprimora a eficácia do atendimento. Conseguimos identificar quem tem mais chance de morrer, de voltar para o hospital ou de custar mais caro. Conseguimos identificar 10% dos pacientes que consomem mais de 30% dos recursos gastos. Podemos prevenir que tudo isso aconteça usando essa nova tecnologia”, reforçou Luiz Sérgio.
A pesquisa foi apresentada no início de novembro durante o International Society for Pharmacoeconomics and Outcomes Research (ISPOR) Europe 2019, na Dinamarca, e ficou em primeiro lugar como melhor trabalho. O ISPOR é o mais importante congresso europeu de inovação. “Os Estados Unidos estão fazendo um incentivo aos hospitais que adotam prontuários eletrônicos que façam interface com o sistema de inteligência artificial. Em pouco tempo, eles estarão rodando isso de forma perfeita. No Brasil, alguns hospitais privados estão atrás disso. Quem lida com gestão médica entendeu que não tem saída. Essa é a melhor forma de trabalhar. Para o paciente é um sistema seguro. Para o hospital é mais barato, pois otimiza as ações. É o futuro que chegou”, conclui Sposito.
LINK ORIGINAL:
https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2019/11/11/unicamp-testa-modelo-de-inteligencia-artificial-em-pacientes-com-doencas-0
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